Conheça as propostas da Chapa 1
- Jornada única para todos, sem retirada de direitos.
- Qualificar as formas de atuação da APEOESP na luta por melhores salários, condições de trabalho e por um plano de carreira digno para o magistério.
- Por um plano de carreira que valorize, respeite e garanta a evolução real dos profissionais da educação.
- No plano de carreira, regulamentar a matriz curricular com seis aulas no diurno e cinco no noturno, com duração de 50 minutos no diurno e 45 no noturno.
- Fortalecer a luta pela regulamentação da Convenção 151 da OIT, que estabelece acordo coletivo no setor público.
- Respeito à data base e o fim da política de gratificações.
- Reposição das perdas salariais, pelo piso salarial do DIEESE.
- Extensão aos aposentados das gratificações e bônus e incorporação ao piso salarial.
- Política salarial única para todo o magistério da ativa e aposentados.
- Luta pela aprovação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN), nos moldes da proposta da CNTE, extensivo aos aposentados.
- Extensão do ALE a todas as escolas.
- Promover campanha pela estabilidade dos OFAS.
- Atuar junto ao IAMSPE e DPME para garantir um atendimento humanitário aos professores e demais funcionários da educação.
- Lutar para ampliar a descentralização do atendimento do IAMSPE ao interior, com novas unidades próprias e convênios.
- Lutar para que o Estado cumpra sua cota-parte de 2% para o IAMSPE.
- Lutar pela derrubada da lei que limita o direito a faltas para consultas e tratamentos médicos.
- Lutar pela melhoria das condições de trabalho e materiais didático-pedagógicos adequados ao processo de ensino-aprendizagem.
- Apoio ao projeto de lei do deputado Roberto Felício que limita o número de alunos em sala de aula, na perspectiva de, no máximo, 25 alunos por sala. Alckmin vetou esse projeto e a Chapa 1 luta para que a Alesp derrube o veto do governador.
- Concurso de remoção para todos os professores que precisam trabalhar perto de casa, ganhando tempo para se aprimorar e render mais em sala de aula.
- Contra o fechamento de salas de aula.
- Contra a municipalização do ensino.
- Lutar pelo cumprimento da Resolução do CNE que obriga o ensino de Sociologia e Filosofia em todas as séries no ensino médio.
- Lutar pela obrigatoriedade do ensino de Psicologia no ensino médio.
- Lutar pela implementação da Lei 13.301/06 que amplia o direito da aposentadoria especial a diretores, vices diretores, coordenadores pedagógicos e professores readaptados.
- Fortalecer ainda mais a organização dos professores aposentados na APEOESP com garantia de participação em todas suas instâncias.
- Formular novos projetos para os aposentados, sobretudo para os que necessitam de moradia.
- Intensificar a luta pelo fim da violência nas escolas.
- Cobrar da Secretaria de Educação que os currículos escolares contemplem as questões étnicas, raciais e indígenas, a história da África e o combate às práticas discriminatórias contra mulheres, negros, indígenas e homossexuais.
- Melhorar o sistema de comunicação com os professores e escolas.
- Promover e intensificar o processo de debate sobre temas de interesse do magistério, como: currículo, plano de carreira, gestão escolar, formação do professor e outros
- Tornar as decisões das instâncias da APEOESP mais acessíveis à categoria.
- Continuidade da ampliação do patrimônio da APEOESP.
- Ampliar e qualificar ainda mais o atendimento jurídico nas regiões e sede central.
- Mais agilidade e melhoria no atendimento sobre questões funcionais dos professores.
- Aperfeiçoar o sistema de acompanhamento de processos judiciais.
- Firmar mais convênios com prestadores de serviços de modo a conceder descontos à categoria.
- Reforçar e aprofundar o trabalho da APEOESP na orientação das demandas do cotidiano de trabalho dos especialistas da Educação.
- Organizar ciclos de formação sindical específicos para os jovens, bem como campanhas de sindicalização a eles dirigidas, preparando pesquisas e organizando bancos de dados para subsidiar um trabalho sindical de qualidade junto a este segmento da categoria.