Professores e professoras do Estado dão vitória à Chapa 1

7 Junho, 2008

Com 54% dos votos, a Chapa 1 – Unidade Pra Valer, em Defesa dos Professores e da Escola Pública venceu as eleições na APEOESP. A professora Maria Izabel Azevedo Noronha é a nova presidenta, para uma gestão até 2011.

Votaram nestas eleições, 65.990 professores(as) superando o quórum das eleições passadas que foi de aproximadamente 60 mil. A Chapa 1 recebeu 35.756 votos (54,18%%); a chapa 2 conseguiu 23.213 (35,18%). As chapas 3 (2.401) e 4 (2.048) não conseguiram o mínimo de votos para conquistarem uma vaga na direção.

Para a composição da direção, a Chapa 1 indicará 73 professores (dos quais 16 à Executiva) e a chapa 2, terá 47 professores na Direção, com 11 na Executiva.


Chapa 1 supera número de votos das eleições de 2005

7 Junho, 2008

Faltando pouco mais de 15% das urnas para serem apuradas, a Chapa 1 já superou o número de votos que obteve nas eleições passadas, em 2005. Naquela ocasião, a chapa 1 conquistou 30.203 votos. Hoje, até às 2 horas da manhã deste sábado, 7, a chapa encabeçada pela professora Maria Izabel, a Bebel, já havia conquistado 30.945 votos (52,98%, contra 49,09% do total de votos das eleições de 2005).


Capital já tem mais de 60% das urnas apuradas

7 Junho, 2008

Historicamente, os “redutos” eleitorais da chapa 2 são a Capital e a Grande São Paulo. São as duas regiões em que concentra o maior número de votos que recebe. Até às 21h, já haviam sido apuradas 797 urnas (53,81% do total). Dessas urnas, 60,16% são da Capital e 46,88% da Grande São Paulo. Faltavam, portanto, apenas 102 urnas para serem apuradas na Capital e 153 urnas na Grande São Paulo. A diferença, como comprova a história, mantém-se. A chapa 2 leve alguma vantagem sobre a Chapa 1.

Na capital, a chapa 1 obteve, até agora, 3.100 votos; a chapa 2, 5.385 votos (pouco mais de 2 mil votos de diferença) Na Grande São Paulo, a chapa 1, teve 2.117; a chapa 2, 3.454 votos (diferença mais apertada, pouco mais de 1 mil votos).

No entanto, os votos da chapa 1 vêem, na sua grande maioria, do Interior do Estado. Até o momento, dos 20.571 votos que recebeu (54,63% do total), 15.354 votos são do Interior.

Faltam ainda 429 urnas para serem apuradas no Interior.


Contagem dos votos ainda é lenta. Chapa 1 ainda lidera.

6 Junho, 2008

A contagem dos votos das eleições da APEOESP retomou agora há pouco, em São Paulo. A Chapa 1 continua liderando com 54,53% dos votos. Do total de 35.139 votos apurados até às 20 horas, desta sexta-feira, a chapa 1 havia recebido 19.163 votos. A chapa 2 (PSUT/Conlutas) obteve 12.479 votos (35.51%). A chapa 3, tinha 1.396 votos (3,97%) e a chapa 4, 830 votos (2,36%). Branco e Nulos somavam 1271 votos.


Apuração pára até que Comissão decida sobre caso “Piracicaba”

6 Junho, 2008

A Comissão Eleitoral decidiu “dar um tempo” na apuração dos votos nas eleições da APEOESP, enquanto seus integrantes discutem os acontecimentos ocorridos ontem, dia 5, à noite, durante as eleições na subsede de Piracicaba.

Segundo informou professores ligados à Chapa 1, o encabeçador da chapa 3, professore Antônio Carlos Silva, ligado ao PCO, teria danificado propositadamente algumas urnas instaladas na subsede da cidade, em pleno processo de votação. A Comissão só vai liberar os escrutinadores a prosseguirem a apuração, quando este problema estiver resolvido.

A chapa 3, ligado ao PCO, do professor Antônio Carlos, obteve 3,19% do total dos votos nas eleições passadas e não conseguiu indicar um professor sequer à Direção da entidade, de acordo com os critérios estabelecidos pela proporcionalidade. Até a paralisação dos trabalhos, a chapa 3 tinha 4,23% dos votos.


Chapa 1 mantém dianteira com 53,85% dos votos

6 Junho, 2008

Apuradas 40,51% das urnas, com 27.766 votos, a Chapa 1 mantém-se à frente com 14.953 votos (53,85%). A chapa 2 tem 9.867 votos (35.54%), a chapa 3, 1.174 votos (4,23%) e a chapa 4, 734 votos (2,64%). Brancos e Nulos somam 1038 votos.


Chapa 1 dá banho de votos na subsede Norte, da Capital

6 Junho, 2008

A Subsede Norte apurou, nesta madrugada, os votos destinados à composição da Diretoria da APEOESP. De um total de 1.425 votantes, a Chapa 1 obteve 1.051 votos (72,58%). Apenas 275 votos foram dados à chapa 2 (18,94%), o que não dá direito à chapa de indicar alguém para a direção do Sindicato. O mínimo necessário é 20%.

Completando o quadro de apuração, a chapa 3 obteve 43 votos (2,96%) e a chapa 4, 24 votos (1,76). Brancos, 33 e Nulos, 23 votos.


Eleições na APEOESP: apuração é lenta e chapa 1 está na frente

6 Junho, 2008

Segue lenta a apuração dos votos das eleições da APEOESP. Até às 13h30 desta sexta-feira, 6, apenas 37,83% das urnas tinham sido apuradas. A chapa 2 que durante toda a campanha disse ter “reais chances de vitória” não conseguiu reunir escrutinadores que, segundo as regras da eleição, só podem ser da categoria. A chapa 3 não tem fiscais suficientes para acompanhar o processo. Das 20 meses apuradoras, somente 10 estão funcionando.

Os resultados parciais, mantém a chapa 1 – Unidade Pra Valer, em Defesa dos Professores e da Escola Pública, com 53,10% dos votos, a chapa 2 (PSTU/Conlutas), com 36.42%; a chapa 3, com 3,99%; e a chapa 4, com 2,73%.


Está chegando a hora! É Chapa 1 na cabeça

30 Maio, 2008

Dentro de seis dias, mais de 150 mil professores da rede estadual de ensino irão às urnas para eleger a nova Diretoria e o Conselho de Representantes da APEOESP. Além de decidir sobre os rumos políticos do Sindicato, os professores decidirão, também, sobre o futuro da escola pública em São Paulo.

Encontrar os caminhos certos que fortaleçam o Sindicato da categoria, com políticas corretas e responsáveis serão determinantes para equilibrar a correlação de forças entre a categoria e o governo estadual. Deixar a APEOESP entregue a aventuras que pouco ou nada contribuem para os avanços tão necessários nas condições de vida e de trabalho do professor, não só desacreditarão o que o sindicato construiu ao longo de sua história, como os ataques do governo Serra ressurgirão com muito mais violência.

Chapa 1 tem as melhores propostas

Nós, professores e professoras de todo o Estado que compõem a Chapa 1 – Unidade pra Valer, em Defesa dos Professores e da Escola Pública, temos as melhores propostas para a categoria e para a condução política da APEOESP. Fomos nós que, ao longo da história da entidade, sempre estivemos presentes nas principais lutas da categoria. Você professor(a) é testemunha disso e de quantas vitórias e avanços a APEOESP conquistou. Nunca abrimos mãos da pressão das ruas, mas também jamais abriremos mão das mesas de negociação. Esse binômio é a chave para qualquer avanço que se pretenda dar. A categoria mobilizada e pronta a negociar, seja lá qual for o governo, é certeza de conquistas. Caso contrário, o embate direto das ruas, a recusa em participar de fóruns de discussão e, principalmente, das mesas de negociação, é um risco que ninguém deveria correr. Além de ser politicamente incorreto, o PSTU/Conlutas arrisca a integridade física do(a) professor(a) e não garante absolutamente nada, a não ser a perda da credibilidade junto à comunidade escolar.

Quatro chapas

No próximo dia 5 de junho, os(as) professores(as) irão votar em uma das quatro chapas inscritas para disputar a direção da APEOESP. A Professora Maira Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, é a nossa candidata à Presidente. O professor Fábio Santos de Moraes é candidato à Secretaria Geral e a Professora Francisca Pereira da Rocha é a nossa candidata à vice-Presidência.

Três valorosos professores e integrantes da principais correntes políticas que atuam na APEOESP. Recentemente, os 120 candidatos à Direção e os milhares de professores e professoras candidatos(as) ao Conselho de Representantes da Chapa 1 receberam o apoio das principais lideranças sindicais e de importantes educadores e intelectuais do país.

A Professora Maria Izabel convida você a, neste blog, acessar o ícone “Programa” e ler as nossas propostas e compará-las às propostas das outras três chapas.

Desfaçatez

A chapa 2, que se diz de oposição à Direção, usa da má fé para confundir os(as) professores(as). Dos 120 diretores que compõem a Direção da AEPOESP, 44 deles foram eleitos na eleiçâo passada. O candidato deles à presidência, o professor José Geraldo Corrêa Júnior, o Geraldinho, é o Secretário Adjunto de Políticas Sociais; o Prof. Silvio de Souza é o atual Secretário de Comunicação; o Prof. Edgar Fernandes é o vice-presidente da APEOESP. O Prof. Paulo Neves é o atual Secretário de Assuntos Educacionais e Culturais. Todos recebem ajuda de custo, têm assessores, secretárias, celulares e carros. Quem quiser encontrá-los é só se dirigir ao Mezzanino ou aos 5º e 6º andares do prédio da sede central. Estarão lá, todos os dias. Porque, só agora, às vésperas das eleições é que se auto-denominam de oposição?

O fato é que a chapa 2 é sustentada política e financeiramente pelo PSTU/Conlutas. Um partido político que têm, aos olhos da esmagadora maioria da classe trabalhadora, um projeto político-sindical extremamente equivocado: acham que um sindicato deve estar atrelado ao partido político (ao deles é claro) porque a missão de um sindicato é derrubar governos e não negociar direitos.

O PSTU/Conlutas é um partido que, por essa postura e por essas concepções, vem colecionando derrotas ao longo da sua curta e problemática existência. Não aceita divergências internas e só discute composições se todos se curvarem ao que reza a sua cartilha. No entanto, “coerentemente” prefere alianças à direita se for para derrotar os companheiros que estão na direção de sindicatos que recebem o apoio da APEOESP. Caso das eleições no Sindicato dos Bancários de Brasília, quando a chapa do PSTU/Conlutas fez acordos e alianças com a direita instalada na confederação oficial dos bancários (Contec). Ou ainda, no caso das eleições dos Servidores Públicos Municipais de Ribeirão Preto, quando o PSTU procurou o PSDB para derrotarem a chapa apoiada pela APEOESP. Perderam, é claro.

Quando o embate político está no terreno democrático, o PSTU/Conlutas ao se ver perdido pela falta de votos e apoio dos trabalhadores, orienta os seus seguidores a partirem para a agressão verbal e até física. No 30º Congresso da CNTE, por não concordarem que os(as) professores(as) delegados(as) presentes ao congresso ouvissem o Ministro da Educação, Fernando Hadad, e cobrassem deles alterações importantes na política de Educação, os militantes dos PSTU, como não tinham votos, impediram que o ministro falasse, inclusive, ameaçando ele e sua filha de 8 anos, de agressão.

O engraçado é que a violência não é só canalizada contra os integrantes da Chapa 1. O PCO, Partido da Causa Operária (que também inscreveu uma chapa nestas eleições) também foram agredidos pelos militantes do PSTU, durante a realização das comemorações do 1º de Maio de 2000, porque, simplesmente, o professor Geraldinho não concordou com algumas críticas que a direção do PCO fez ao PSTU.

Além de violentos e equivocados politicamente, os integrantes do PSTU também já elegeram alguns alvos que serão destruídos se tiverem oportunidade. Já disseram pelos corredores da APEOESP que irão vender a Casa do Professor. Segundo eles, essa conquista da categoria reivindicava há anos, é um “luxo” que deve ser vendido e os recursos aplicados na luta.

Outro alvo serão os aposentados, que já não têm espaços dentro das subsedes que (ainda) o PSTU dirige e serão menores ainda. A chapa 2 é contra as cotas de aposentados nas direções das subsedes e irão restringir ainda mais. Basta verificar os índices de sindicalização dos aposentados em cada subsede. Nas subsedes em que o PSTU/Conlutas (ainda) dirige, esse índice é baixíssimo (6% de média). Ao contrário das subsedes da Chapa 1, onde o índice chega em média a 40%.

Construir a APEOESP, fortalecer suas lutas, aumentar o número de sindicalizados, conquistar e avançar nas negociações, resistir aos ataques do governo do Estado com competência, eficiência e eficácia são prioridades da Chapa 1.

Contamos com o voto de todos e a certeza que estaremos fortalecendo a democracia e a nossa APEOESP resguardando nossa independência e autonomia. Até a vitória.


Coordenador de subsede comenta resultados do Enem

22 Maio, 2008

O coordenador da subsede da APEOESP em Sorocaba, Marcelino de Almeida, comenta hoje, no jornal da cidade, “Bom Dia”, os resultados do Enem, em que os alunos da rede particular de ensino têm melhor preparo do que os alunos da rede estadual.

Para Marcelino, “não é correto afirmar que todas as escolas particulares são melhores que as públicas ou que as estaduais são piores que as municipais. É preciso ver a classificação individual”, diz.  

O coordenador da Subsede avalia que as escolas particulares têm certa vantagem por não “sofrerem com o sucateamento de que a rede pública é vítima, devido ao constante corte de verbas”, finaliza.

 

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